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Depressão no idoso

Atualizado: 19 de out. de 2020



Depressão vem sendo intitulada a doença do século, uma vez que sua prevalência está em crescente ascensão. A causa pode ser tanto as condições de vida da população - que precipitam a doença em indivíduos predispostos -, quanto ao maior poder de diagnóstico, uma vez que o conhecimento da doença e a disponibilidade de médicos aumentaram. E isso não é diferente para os idosos.


Porém, é importante dizer que a população idosa é, proporcionalmente, a principal afetada por essa grave doença. Culturalmente, sentimentos negativos podem ser atribuídos à velhice, sendo negligenciados como sintomas. No entanto, a perda de vontade para tarefas cotidianas (mesmo as mais agradáveis), a tristeza, a culpa, o choro imotivado e o isolamento não devem ser interpretados como normais.


Além disso, ganho ou perda de peso por aumento ou diminuição na ingesta de alimentos, insônia ou sono excessivo e a negação de autocuidados também devem ser observados com atenção. Além de pensamentos de morte, ideação e tentativas de suicídio.


O idoso ainda apresenta sintomas diversos ao da população para a mesma doença, e outros problemas de saúde também podem assemelhar à depressão, como o hipotireoidismo. Seja como for o caso, a avaliação médica é indispensável, e o médico geriatra é capaz de avaliar o caso com cuidado, atenção e competência, afastando diagnósticos improváveis e aproximando-se do tratamento ideal para o caso.


Não deixe que essa grave doença ganhe. Procure ajuda médica de qualidade!


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